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Como calcular sua hora de trabalho freelancer

O famoso freela pode ser a salvação em diversos sentidos. Seja para quem quer aquele ganho extra mensal, ou para quem gosta de um estilo de trabalho mais livre, o trabalho freelancer pode ser uma ótima opção. E, para ser freela, precisamos aprender a cobrar pelo serviço. Tudo que você precisa é: paciência, amor pelo trabalho e matemática. Vamos lá?

Antes de sair adoidado fazendo contas, tenha em mente alguns pontos:

1)      Você quer ganhar quanto?

Calma! A primeira reação que vem na mente é: “20 mil! 20 mil!”, né? Mas vamos manter os pés no chão. Se você trabalhasse em regime CLT, quanto você ganharia? Leve em consideração as 8 horas trabalhadas – horário CLT – e o seu nível de experiência. Não vale se rebaixar – se valorize! Mas também não vale subir no pedestal, ok? Conheça seus concorrentes!

2)      Como está o seu mercado?

Se você der um google “tabela sindical (sua área)”, você vai conhecer quanto os profissionais da sua área ganham. Tendo esse número em mente, você não corre o risco de cobrar muito barato – de fato, às vezes queremos diminuir o preço para não perdermos o cliente. Entretanto, precisamos ter em mente que esse valor muito baixo pode te dar prejuízo e ainda prejudicar a sua imagem e outros profissionais freelancers da sua área.

Alguns sites que podem te dar essa base: Love Mondays, 99freelas e Freelancer.

3)      Pense nas suas despesas

Quando você trabalha em modo freelancer, todos os gastos saem do seu bolso: internet, luz, água, equipamentos, transporte e alimentação durante a jornada de trabalho. Tenha bem claro em quais despesas são essas e qual o valor médio gasto nisso. Esse valor deve estar incluso no seu preço final.

4)      Valorize o seu trabalho

E essa é a parte mais difícil, porque sempre podemos fazer mais. A sensação sempre será a mesma: faço bem, mas poderia fazer mais isso e mais aquilo. A dica para driblar esse pensamento é: “fiz o meu melhor possível. O resto não depende mais de mim”. Mas, acima disso tudo, valorize o que você faz e saiba do seu potencial. Só assim você acha um preço justo que não te desqualifica, nem desvaloriza o mercado.

5)      Um pouquinho de matemática

A conta é simples, mas sempre temos que pesquisar, ok? Multiplique seu salário (aquele que você estaria ganhando se fosse CLT) por 2 e divida esse valor pelas horas trabalhadas por mês. O resultado é quanto você deve cobrar POR HORA – que é como normalmente se precifica os trabalhos freelancer. Depois, é só você multiplicar esse valor pela quantidade de horas que você vai precisar para fazer aquele job.

Pesquise, converse, calcule. Não saia colocando preços exorbitantes, mas também não adianta cobrar barato só pela ânsia de conseguir aquele cliente. Valorize seu tempo, valorize seu trabalho.

Fonte: Finanças Femininas

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